Meryl Baby

Meryl Baby

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Meryl Streep... insisto em louvar!

                                                                         

             A Crítica está positiva sobre a Atuação de Meryl, em "Florence Foster Jenkins". A Crítica só considera se a Atuação for de uma Perfeição mais que perfeita... porque Meryl Streep tem que ser o supra-sumo da Perfeição.
       Se fosse apenas isso, seria muito fácil. O que ocorre é que as grandes e incontestáveis oportunidades passam "despercebidas", assim como o Trabalho de Meryl, em "Álbum de Família" -na minha opinião, o mais dramático de todos, o mais perfeito. Entretanto... a Crítica não gostou do filme.
           E daí?! Baseado numa peça escrita por Tracy Letts, autor e roteirista,  fora  premiada com o Pulitzer, em 2008. Se o próprio autor escreveu o roteiro... não foi um roteiro qualquer. Contudo, a Crítica  não gostou.
                                                                                 

              Meryl foi indicada ao Oscar, pelo papel principal, Violet Weston, matriarca sofrida desde a infância, cheia de mágoas, revoltada, agressiva - muitas vezes cruel - com um câncer bucal, dependente química... papel difícil... o mesmo que 'tirar leite de pedra'... 
                                                                                   

E lá está o desempenho impressionante e meritório, de Meryl, para a Posteridade! Sua incrível versatilidade criou uma obra-prima, profundamente dramática. Tinha tudo para vencer... mas a Crítca não gostou da história, do FILME! Não 'enxergaram'  a intensa performance de Meryl! Além do quê, o filme é o filme; a ATRIZ É A ATRIZ! 
          Meryl é grandiosa demais para a mediocridade da avaliação da Academia! Ela só se interessa até um certo ponto. Não possui habilitação para compreender e/ou sentir que Meryl é ilimitada, infinita! E, para uma visão de tão pouco alcance, enquanto Meryl prossegue em sua performance o julgamento pára, sem propriedade para continuar a acompanhá-la! A verdade é que a Academia não tem competência nem sensibilidade para julgar um trabalho perfeito... quanto mais uma Obra-Prima de Meryl Streep!
                   

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