Meryl Baby

Meryl Baby

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Lá fui eu, de novo, pelos "Caminhos da Floresta", me encontrar com Meryl Streep!

       Tudo combinado: almoço no Shopping Praia de Botafogo e sessão das 14 horas, no Espaço Itaú, para depois, um lanche e comentários. Minha prima também gosta muito de Meryl. Considera-a a melhora de todas, a grande Atriz do mundo. E outras duas amigas... bate-papo acalorado, emoção solta no ar. E eu, pelo celular, registrando a postagem de hoje.


      Decididamente, Meryl é o ponto mais alto, bem mais alto, do filme! Sua presença em cena promove um silêncio estático, na platéia. Parece que todos assumem uma atitude de profundo respeito diante da tela, completamente preenchida pela imagem dela. Um murmúrio aqui, ali, alguns "huuumms..." ... Suspiros e sussurros, quando a cena se fecha. Impressiona mesmo! São os instantes mais sérios, na sala. Nem um riso sequer, na presença dela. É a Majestade do Cinema! E, no final, quando termina a sua última cena, o silêncio mortal. Sua saída é triunfal, intensa, forte demais para o coquetel de contos de fadas, às avessas. É triste o seu final, mas soberbo, muito acima dos que ficam. Dali em diante, o filme enfraquece, fica vívido, sem alma. Os outros fatos da história ficam desinteressantes, mornos, sem sal. 
       Assim senti a minha segunda sessão de "Caminhos da Floresta". O filme morreu. Só Meryl poderia lhe devolver as cores, os sons, a fantasia... a vida! Amei. Quero assistir Meryl em cena mais vezes, com suas entradas e saídas espetaculares. Vou almoçar e jantá-las, quando comprar  o Blu-ray... em slow-motion... N vezes. Deus abençoe a Soberana do Cinema!

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