Como costumo dizer, há uma enorme diferença entre optar e escolher. Estas palavras não são sinônimas: optar vem de fora e escolher vem de dentro.
Optar implica em defrontar-se com dois ou mais caminhos que deverão ser trilhados, invariavelmente, sem escapatória, no sentido continuar. Há uma silenciosa determinação, quase imposição. Se não, é parada. É isto ou isto. É um caminho reto, de muros altos. É delimitar. Optar é apenas pensar... e ir.
Escolher é livre arbítrio, é busca, é pensar no que realmente quer, e invadir o seu próprio desejo. É sair em busca do tesouro, cavando a terra com as próprias mãos. É querer, é estar solto, sem amarras ou cobranças, é sentir que precisa de algo maior, mais forte, imprescindível. É seguir em frente, em busca daquele ideal que complementa, que vai tornar inteiro o que é lacuna. Escolher é só aquilo. É liberdade, é espaço aberto, sem muros, sem fronteiras. É voar. E sempre na direção que desejar. É o encontro do prazer. É realização.
Meryl é busca. É vontade. É seguir em frente. É estar solta. É espaço sem limite. É desejar. É voar. É atirar-se, com ímpeto, ao encontro do prazer... e atingir a sua meta. É tocar naquilo que direcionou o seu desejo. Meryl é só Escolha. Só.
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